Mont Saint-Michel

Acordamos em Granville, o dia prometia. Havia um nevoeiro, vento e o sol prometia aparecer. O vento continua cortando de tão frio. Granville fica há 50km do Mont Saint-Michel. Há uns 20km do monte, ele já começa aparecer no horizonte. O sol também resolveu aparecer, só faltava parar o vento agora (coisa que não ocorreu). Ver o monte e suas construções é realmente incrível, vale a visita. O estacionamento estava lotado, todos os turistas da região resolveram aproveitar o belo dia de sol para visitar o monte.

A maré estava no seu nível mais baixo, somente em uns 3 dias que ela começaria a encher. Essa diferença de marés é realmente impressionante, ficam vários quilómetros de praia, com pequenos rios e areia movediça. Haviam diversas excursões caminhando pela areia. Subimos o monte, contornando as muralhas, local onde haviam menos turistas. Na rua principal do burgo hordas de turistas e excursões andavam para cima e para baixo. Logo chegamos a entrada a abadia. Que é a melhor atração do monte, além dele próprio.

Na Abadia existem diversos níveis de salões, no topo está a igreja e o claustro. Abaixo disso num emaranhado de escadas e passagem existem diversos salões, com lareiras gigantescas e pilares incríveis. Definitivamente é impressionante ver isso tudo.

O sol estava queimando e o vento congelava, a sensação era estranha. Caminhamos um pouco pelo entorno do morro antes de retornamos a Granville. Várias pessoas, malucas ou somente europeias demais, molhavam os pés entrando nos rios. Ficamos com a impressão que a quantidade de turista em um lugar como este devia ser um pouco controlada. Haviam excursões demais, pelo menos uns 20 ônibus estavam estacionados, além de uma quantidade infinita de carros.

Chegamos em Granville com tempo para passear antes do pôr-do-sol. Não deu para visitar os museus da cidade, pois eles já haviam fechado. A parte antiga da cidade, em cima do morro, é muito bonita. Jantamos um faux filet com fritas, congelamos com o vento voltando para o hotel.